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Quem Somos

A AMISTAR é uma Organização Sem Fins Lucrativos, orientada por valores cristãos como amor, bondade e justiça, que dignificam todo ser humano na própria integralidade.

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Fundada em 2022 por Pricila Di Tommaso, Psicóloga e voluntária de organizações humanitárias cristãs, a AMISTAR nasceu com o propósito de fortalecer o vínculo entre a criança e as cuidadoras e os cuidadores dela, porque acreditamos profundamente que isso seja uma forma de promover e, até mesmo em alguns casos, de resgatar a dignidade desta relação, gerando um impacto positivo para a vida toda.

 

AMISTAR é uma palavra de origem espanhola que tem como sinônimos: unir, reconciliar, apaziguar, reaproximar, harmonizar, simpatizar, apreciar e conectar. Ela é da mesma família das palavras amistoso e amizade. Resumindo, AMISTAR significa “se tornando cada vez mais amigos”.

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Grandma and Grandchild in Embrace

Como a nossa abordagem é essencialmente relacional, deixamos de lado, na maior parte do tempo, a linguagem institucional e preferimos apresentar a AMISTAR como uma COMUNIDADE. Agora faz muito mais sentido para nós!

 

A AMISTAR é uma comunidade global — formada por mães e pais, vovós e vovôs, tias e tios, educadoras e educadores, agentes humanitários e outros profissionais a quem chamamos carinhosamente de cuidadoras e cuidadores —, que deseja estreitar e aperfeiçoar o relacionamento com as crianças que fazem parte da nossa vida.

 

Nossa missão é que crianças em todo o mundo — “sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento  ” — e especialmente as que estão em situação de vulnerabilidade possam se sentir seguras e acolhidas para expressar as próprias emoções, pensamentos e sensações, através de um vínculo fortalecido com as cuidadoras e os cuidadores delas.

1 Fonte: Declaração Universal dos Direitos Humanos - Assembleia Geral das Nações Unidas

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Missão

Encorajar e fortalecer o vínculo entre as crianças — especialmente as em situação de vulnerabilidade — e as cuidadoras e os cuidadores delas, por meio do diálogo intencional e amoroso, gerando um ambiente seguro para que essas crianças expressem as próprias emoções, pensamentos e sensações, sejam acolhidas e recebam a orientação adequada.

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Visão

A AMISTAR está comprometida em levar treinamentos e ferramentas para diversas regiões do globo onde vivem crianças — “sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento  ” — e especialmente onde elas se encontrem em situação de vulnerabilidade, como refúgio, perseguição religiosa, guerra, pobreza extrema, catástrofes naturais etc., dignificando a relação dessas crianças com as cuidadoras e os cuidadores delas, e inspirando e cooperando com os outros atores desses cenários.

1 Fonte: Declaração Universal dos Direitos Humanos - Assembleia Geral das Nações Unidas

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Valores

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Universalidade

A AMISTAR busca ser relevante em todos os lugares onde uma criança estiver, sem qualquer distinção.

Simplicidade

Os projetos da AMISTAR são facilmente adaptáveis em quase todos os cenários, exigindo pouca disponibilidade de recursos locais

Excelência

A AMISTAR se empenha para fazer tudo com excelência. Por isso, criamos ferramentas incríveis que também são descomplicadas e acessíveis a todos.

Relação Dignificada

O que a AMISTAR realiza no mundo tem o propósito único de fortalecer o vínculo entre as crianças e as cuidadoras e os cuidadores dela.

Amor

É o norte, o filtro e o motor de tudo o que a AMISTAR desenvolve. Amamos a Deus e o próximo, especialmente quando este é pequenino ou pequenina.

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Lema

“Deus nos auxilia em todas as nossas aflições para podermos ajudar os que têm as mesmas aflições que nós temos. E nós damos aos outros a mesma ajuda que recebemos de Deus.”

 

2 Coríntios 1.4

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História

Tailândia, 2017.

 

No tempo em que morou na Tailândia, Pricila Di Tommaso, fundadora da AMISTAR, conheceu uma grande comunidade formada por cristãos que sofreram perseguição religiosa nos países de origem e voaram para Bangkok em busca de refúgio. Lá, idosos, adultos e crianças vivem escondidos, porque — enquanto aguardam pelo processo de serem reconhecidos como refugiados — são considerados imigrantes ilegais e podem ser levados para o Centro de Detenção para Imigrantes, um lugar que ameaça a vida pelas condições extremas.

 

Confinados em “apartamentos”, na maioria com apenas um cômodo e cozinha improvisada, essas pessoas convivem com níveis altíssimos de estresse e de ansiedade gerados a partir das experiências traumáticas da perseguição, da travessia e da rotina com base no medo de serem presas e deportadas — situações que podem levar à morte. Trata-se, portanto, de uma exposição duradoura a traumas múltiplos, sem qualquer previsão de melhora.

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Os Sintomas e a Abordagem.

 

Aquela comunidade refugiada em Bangkok vive sob efeitos de estresse crônico, que tem desencadeado e agravado sintomas relacionados à hipertensão, insônia, diabetes, doenças da pele, depressão, transtornos de ansiedade etc., sem mencionar o impacto nas relações familiares e comunitária.

 

Como a logística era muito limitada, tanto em relação ao local de atuação quanto ao tempo, Pricila focou numa abordagem relacional mais informal e numa intervenção psicoeducativa clara, objetiva, com uma linguagem acessível, que respeitava a pluralidade cultural e intelectual e se adaptava à realidade daqueles adultos.

 

Por meio de ilustrações, o material sobre a conscientização do estresse — criado com atividades especialmente para adultos — abordou:

 

• O que é estresse.

• Quais as consequências dele no corpo, na mente e na espiritualidade.

• Que atividades podem contribuir de alguma forma para o bem-estar daqueles refugiados.

 

Para desenvolver essas atividades, Pricila organizou grupos de 5 e 6 homens e mulheres, separadamente. Assim, todos se sentiriam mais à vontade para participar, uma vez que, em algumas culturas, as mulheres são proibidas de falar na presença de homens, ou os homens poderiam se sentir constrangidos em compartilhar as próprias fragilidades na presença feminina.

 

Em cada grupo, foram espalhados cartões com imagens aleatórias e Pricila pediu que as pessoas contassem as próprias histórias a partir da escolha de 5 daquelas imagens. A dinâmica funcionou muito bem, sobretudo quando consideramos a barreira linguística, que demandou de tradução do Português para o Inglês e do Inglês para o Urdu, língua dos refugiados daquela comunidade.

 

Com duração de aproximadamente uma hora, os refugiados foram participativos. Eles contaram sobre:

 

1. A vida deles no país de origem.

2. Como foram perseguidos.

3. A “escolha” pela Tailândia como destino de refúgio.

4. Os desafios e angústias de viver em um país onde são fortemente discriminados, permanecem correndo risco de ser presos e até de ser mortos, enquanto aguardam pelo bom fim do pedido de asilo, que quase nunca se concretiza.

 

O propósito desses grupos não foi tornar as histórias dos refugiados conhecidas para a Pricila, mas criar um ambiente acolhedor para que eles pudessem abrir o coração, ouvir a si mesmos e gerar para os outros, que estão sob as mesmas condições, uma espécie de ressonância e eco de que eles não estão sozinhos.

 

As Crianças.

 

Com as crianças, Pricila propôs uma atividade lúdica que consistiu na apresentação de uma animação sem diálogos falados. Nela, o personagem principal encontrava um “controle remoto mágico", que fazia desaparecer uma parte do corpo dele ou deixava-o completamente invisível. Ambas as possibilidades permitiam ao personagem "pregar peças" nos amigos dele ou ir a lugares sem ser percebido, tudo de forma leve e muito divertida.

 

Como se tratavam de crianças que viviam isoladas e escondidas, que não tinham acesso à escola, a serviços básicos de saúde e a atividades de lazer, Pricila percebeu que seria interessante conhecer, a partir da perspectiva das próprias crianças, o quanto aqueles impedimentos vinham impactando a vida delas. Então, após exibir a animação, pediu que as crianças desenhassem o que fariam se encontrassem um controle remoto como aquele:

 

1. Apagariam uma parte do corpo? Por que essa parte?

2. Ficariam invisíveis? Aonde gostariam de ir se não pudessem ser vistas?

 

A Dor.

 

Todos os desenhos expressaram como aquelas crianças se sentiam, mas três figuras chamaram mais atenção.

 

1. O avião que voltaria invisível:

- Para o país de origem delas.

- Para levá-las aos países de acolhimento onde pudessem ter liberdade.

 

O superpoder da invisibilidade:

2. Que daria a possibilidade de prender os perseguidores da família delas.

3. Que eliminaria os medos, angústias, tensões e desesperanças delas, apagando a região do corpo em que geralmente esses sentimentos são traduzidos em sensações, como dor na barriga, aperto no peito e "nó" na garganta.

 

Esses sinais apontaram para um grande problema: as crianças estão, silenciosamente, pedindo ajuda.

 

E como responder a isso?

 

Ao longo do trabalho que vem fazendo desde 2013 com refugiados, Pricila chegou à conclusão que, dependendo do contexto em que vivam, muitas vezes eles só podem contar consigo mesmos. Esse era o caso daquelas pessoas na Tailândia, que não tinham acesso a redes de suporte externas à comunidade.

 

No entanto, essas relações internas encontram-se desgastadas, porque são formadas por indivíduos esgotados que com frequência, também vêm de culturas que não incluem as crianças nos processos de tomada de decisão da família.

 

Resumindo, como ajudar essas crianças com a participação dos adultos que estão ao redor delas e que também precisam de ajuda? Pricila entendeu que um caminho possível seria fortalecer o vínculo entre eles. E com o desejo genuíno de transformar a história dessas relações, nasceu o livro infantil Bondy, o Pássaro Viajante.

 

Bondy, o Pássaro Viajante é uma ferramenta que pode ser aplicada em todos os lugares onde uma criança — “sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição  ” — estiver.

 

Essa cativante história conta sobre Bondy, um passarinho que faz parte de uma família de aves migratórias e descobre, acidentalmente, que ela vai deixar o bosque onde moram. Dê só uma espiadinha.

 

O livro se tornou a semente da AMISTAR, que era para ser apenas um projeto, mas se transformou em uma Comunidade. E essa Comunidade está ficando cada vez maior, porque você está chegando! Conheça os nossos projetos pelo mundo!

1 Fonte: Declaração Universal dos Direitos Humanos - Assembleia Geral das Nações Unidas

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Equipe

Que a AMISTAR é uma comunidade, isso você já sabe. Mas enquanto nos fortalecemos como comunidade global, nossa jornada vem sendo construída por pessoas muito preciosas e altamente competentes, que fazem parte tanto da nossa equipe permanente quanto do nosso time de voluntários.

 

Mais do que realizar com excelência nossas próprias tarefas, estamos unidos pelo propósito único de fazer a diferença no mundo, para que as crianças da nossa vida se sintam mais acolhidas e amadas.

 

E para ficar ainda melhor, somos amigos! ;)

Pricila Di Tommaso
Fundadora e CEO da AMISTAR

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A nossa fundadora é também mãe amorosa de duas crianças lindas. E isso diz muito sobre a essência da AMISTAR.

 

Pricila é autora do livro infantil Bondy, o Pássaro Viajante, publicado em 2022 em parceria com a MAIS — Organização em que ela é voluntária desde 2016 e na qual se dedica ao cuidado integral de refugiados, de cristãos que são perseguidos por conta da própria fé e de outros voluntários como ela.

 

Pós-Graduada em Saúde Mental de Refugiados, Imigrantes e Minorias pela Universidade de Barcelona, na Espanha, e terapeuta EMDR, uma abordagem indicada pela Organização Mundial da Saúde para traumas, Pricila também é Psicóloga formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Brasil.

 

Desde 2009, ela atua fora do Brasil, integrando equipes multidisciplinares e transculturais de Organizações que desenvolvem projetos em contexto humanitário, especialmente com refugiados, migrantes e desenvolvimento comunitário.

 

Em toda a bem-sucedida jornada de vida, a maior de todas as alegrias de Pricila é a própria família. Ela é esposa do Edilberto, um homem extremamente gentil, e mãe da Valentina, que ama futebol, e do Pietro, que ama criar os próprios brinquedos.

 

Pricila ama a Deus de todo o coração e confia que é infinitamente amada por Ele. Por essa razão, ela deseja transbordar aos outros o mesmo amor que tem recebido de Deus.

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Eber Helom
Ilustrador

Eber é nascido no ABC paulista, em São Paulo [Brasil], e fruto da época em que havia programação infantil em canais de TV aberta brasileiros como SBT, TV Cultura e a extinta Rede Manchete. Foi por influência dessas programações que ele desenvolveu o hábito de desenhar e que, anos depois, o levou ao mundo do Design.

 

Atuou como Diretor de Arte por mais de 15 anos em Agências e Consultorias de Comunicação, onde pôde retomar e profissionalizar a paixão pela ilustração. Adora cinema, séries, livros e caneta esferográfica laranja.

 

É casado com a Carol e pai de primeira viagem do Miguel.

Clarissa Gainey
Diretora Criativa e Web Designer

Clarissa é carioca. Ela ama estar com a família e amigos, bater longos papos, contar histórias e rir até chorar. Ela graduou-se em Programação Visual pela UFRJ [Brasil] e tem Mestrado em Design Gráfico pela Georgia State University [EUA]

Há quase 25 anos, atua como diretora de arte e é apaixonada por oferecer soluções de comunicação visual para seus clientes. Em 2019, Clarissa abriu seu escritório de Design Gráfico e Marketing Digital, a Bright Graphic Design. Clarissa também é professora universitária desde 2007.

Sua conexão com a Amistar vem de uma amizade com a Pri que já dura mais de 20 anos.  

Leonardo Zago
Gestor de Tráfego Digital

Leo empreende há mais de 20 anos e possui um extenso currículo com expertise internacional em diversos setores. Há alguns anos, trabalha como estrategista digital com foco em anúncios on-line para Google, Facebook e Instagram.

 

Casado com Mariana, é pai da Ester, da Laura e do Theo, ama crianças, gosta de sossego e se encanta com histórias de vida. Apaixonado por viagens, já rodou bastante por esse mundão e atualmente mora na Itália, colaborando com pessoas e empresas em diversos países.

 

Na Comunidade Amistar, tem o objetivo de servir ao próximo, independentemente das próprias habilidades.

Isabel Louvize Pinto
Copywriter

Bel é carioca, ama sorrir e dar gargalhadas daquelas que encharcam os olhos, cansam o corpo e lavam a alma. Pós-Graduada em Comunicação Corporativa, também é Publicitária formada pela ESPM/RJ [Brasil] e usa as palavras para compartilhar experiências e transformar realidades. Maratonista [de séries 🤣], ama ler, ir ao cinema, ouvir podcasts, viajar e não abre mão de sempre ter uma musiquinha tocando ao fundo.

 

Vive com fé e é voluntária nas áreas de Comunicação e mentoria de adolescentes em instituições cristãs.

Emanuele Andrade
Social Media

Manu é mineira, trabalha como Social Media gerenciando redes sociais e é voluntária na área de Comunicação da Amistar. Ela cursa Publicidade e Propaganda na UNA-CONTAGEM, em Minas Gerais [Brasil], ama ouvir histórias que edificam, assistir a documentários que nos fazem voltar no tempo e aquelas músicas que te levam pra lugares longe e trazem paz.

 

Na Comunidade Amistar, o principal objetivo dela é contribuir para que mais pessoas conheçam o evangelho!

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